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Festas do D. Espírito Santo em Hochelaga
(1) - (2) - (3) - (4) - (5)
Aí estão os festejos em louvor
da terceira pessoa da Santíssima
Trindade, com toda a sua
pujança, devoção, alegria, cor e
solidariedade!
E o primeiro “império”, já é
história.
Tendo começado, em Hochelaga, no dia 26 de Abril,
com o “bodo” da Associação Portuguesa do Espírito
Santo (APES), culminou este no domingo passado, 4
do corrente, com um espectacular concerto pela Banda
de Nossa Senhora dos Milagres, dirigida por Leonardo
Aguiar, logo a seguir à distribuição das idolatradas sopas
do Espírito Santo, cozido, vinho e massa sova, com
muita abundância e qualidade.
Num dos outros pontos altos do
Num dos outros pontos altos do dia, e em celebração
eucarística para tal realizada da Igreja Notre-Damesdes-
Victoires, foram a coroar o vice-presidente da
APES, Joaquim da Silva e a sua netinha Jessica.
A missa foi celebrada pelo padre António Araújo, coadjuvado
pelo diácono António Ramos, ambos da Missão
Santa Cruz, com o acompanhamento do Coral do S.
Santo Cristo dos Milagres, sob a gerência de Filomena
Amorim.
Contrariamente ao que estava previsto, não se realizou
o cortejo das coroas da sede da APES para aquele templo
e viceversa, devido à chuvinha persistente que se fez
sentir nesse dia e que começara no sábado, contribuindo,
no entanto, para que este “bodo” decorresse num “espírito mais profundo”, como muito bem sugerira o
padre Araújo.
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O espírito dos anos 60
voltou ao Clube Oriental
Os anos 60 representaram,
no início, a realização
de projectos
culturais e ideológicos
alternativos lançados
na década 50.
Os anos 50 foram
marcados por uma crise no moralismo rígido
da sociedade, expressão remanescente
do Sonho Americano que não conseguia
mais empolgar a juventude do planeta. A
segunda metade dos anos 50 já prenunciava
os anos 60: a literatura “beat” de Jack
Kerouac, o rock de garagem à margem dos
grandes astros do rock (e que resultaria na
“surf music”) e os movimentos de cinema
e de teatro de vanguarda.
Podemos dizer que a década de 60, seguramente,
não foi uma, foram duas décadas.
A primeira, de 1960 a 1965, marcada por
um sabor de inocência e até de lirismo nas
manifestações socioculturais, e no âmbito
da política é evidente o idealismo e o entusiasmo
no espírito de luta do povo. A
segunda, de 1966 a 1968 (porque 1969 já
apresenta o estado de espírito que definiria
os anos 70), em um tom mais ácido, revela
as experiências com drogas, a perda da
inocência, a revolução sexual e os protestos
juvenis contra a ameaça de endurecimento
dos governos.
Durante uma noite, ressurgiu
no Clube Oriental Português de Montreal
toda essa melancolia que temos dos anos
60. Nostalgia da música, dos vestuários, alguns
provocantes outros engraçados. Mas,
afinal, foi uma grande festa, que todos gostaram,
marcada pelo simpático ambiente, o
estilo cómico do DJ Memories e o dinamismo
do animador, Paulo Santos. Nos dois
últimos anos, o Clube Oriental Português
introduziu uma grande mudança: “Se tem
uma ideia, podemos realizá-la”. E muitos
dos sócios e não-sócios apreciam esta nova
filosofia. A realização deste evento deveuse
a Dina Franco e José Luís Ribeiro, que
trabalharam muito para que a noite seja um
sucesso.
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Na Tasca, festejou-se o
Dia Internacional da Mulher
O dia 8 de Março, Dia Internacional
da Mulher, é celebrado desde o início
do século XX, uma época de grandes
mudanças, em que as mulheres começaram
a expressar insatisfação com a desigualdade
e a organizar protestos, pedindo
menos horas de trabalho, melhores salários
e direito de voto. Hoje, um século
depois, houve muitos avanços, mas em
muitas partes do mundo as mulheres ainda
lutam contra a violência doméstica,
opressão, circuncisão feminina e salários
menores que os dos homens.
Sábado passado, no restaurante Tasca,
teve festa, mesmo no meio de uma grande
tempestade. Uma das mulheres presentes
disse que “Hoje [8 de Março], é o
nosso dia. Mesmo se foi difícil vir até ao
restaurante, quis celebrar este dia importantíssimo
para as mulheres”.
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Estrela do Oceano
festejou Dia da mulher
Cheguei lá por volta das 20 horas e a casa já estava a
transbordar de jovens, menos jovens e também de senhoras
idosas, e todas elas tinham um ponto em comum,
ALEGRIA. Em todos aqueles lindos rostos podíamos
ver o orgulho de serem mães, avós, mas sobretudo, mulheres.
Umas cento e cinquenta pessoas – em grande
maioria mulheres – deslocaram-
se para celebrar este
lindo dia. Como disse no
início, penso que seria melhor
uma mulher a escrever
sobre ela, então fui passear
pelas 2 salas para perguntar
o que elas pensam do seu
dia.
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José Malhoa em Montreal
Com mais de três dezenas de discos editados e muitas
centenas de espectáculos realizados ao longo de
30 anos de carreira, José Malhoa é um dos nomes marcantes
da música popular portuguesa.
São muitos os sucessos do cantor, nomeadamente ‘24
Rosas’, ‘Até a barraca abana’, ‘Baile de Verão’, ‘Cama,
Mesa e Roupa Lavada’ e muitos mais. A filha, Ana Malhoa,
seguiu, aliás, desde muito nova, os passos do pai
no mundo da música nacional.
Sábado, 5 de Janeiro, José Malhoa actuou na sala de
St-Enfant Jesus, e tivemos a
oportunidade de apreciar e
deliciarmo-nos com o óptimo
jantar, confeccionado e
servido pela equipa do restaurante
Estrela do Oceano.
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Passagem de Ano 2007-2008 (1) - (2) - (3)
A noite da passagem do ano é sempre um evento inesquecível. E esta não foi
excepção. Em cada associação, restaurante e discoteca, tudo foi uma loucura!
Na cidade de Montreal e, especialmente, na nossa comunidade portuguesa
foi memorável! Há quatro anos, comecei uma viagem através desta comunidade.
O primeiro ano, a Casa dos Açores destacou-se de todas as outras; o
segundo ano, o Restaurante Estrela do Oceano foi a melhor. O ano passado,
foi a Igreja de St-Enfant Jésus. Este ano, mudamos a receita um pouquinho.
Eu, Nelson Faria e Anthony Nunes fomos os juízes deste ventura. Decidimos
separar os melhores da passagem de ano em quatro para simplificar a nossa
escolha entre os 18 lugares que fomos visitar e deram-nos duas fotografias da
festa do Ramada Blainville. |
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Chez Serge
Toda a vida fui um grande adepto do hóquei. Ver,
apreciar, assistir e jogar ao hóquei era uma das minhas
paixões quando era pequeno. Hoje em dia, é difícil
ver a nossa equipa de hóquei preferida por causa dos
preços ridículos no Centro Bell, onde os bilhetes variam
entre 50$ e algumas centenas de dólares (vimos alguns
a 750$) e beber uma cerveja custa 8$. Resumindo, ver
um jogo custa mais ou menos 300$, dependendo do estacionamento
e se vai comer ou não.
Há três semanas, um novo bar abriu e o ambiente é tal
e qual ao do Centro Bell. Um verdadeiro bar desportivo
do novo século, onde tudo o que é bom é vendido a preço
abordável. Todas as semanas, podem ver todos os
desportos, quer seja futebol, hóquei,
basebol, F1, futebol americano
ou canadiano. O novo bar Chez
Serge está situado no 5301, Boul.
St-Laurent.
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Alex da Costa
Na última semana juntei-me com prazer a algumas dezenas de pessoas, compatriotas e de diferentes nacionalidades, no Restaurante Chez Le Portugais, do boulevard de St-Laurent, para compartilhar o lançamento
em Montreal do álbum de música portuguesa “Fernandes/
Freitas Branco” do virtuoso Alexandre da Costa, gravado em Badajós em Junho deste ano.
Há vários anos que acompanho a fulgurante ascensão daquele que foi, aos 13 anos, considerado o “Menino Prodígio da Música Clássica” tanto no violino como ao piano. Vencedor, depois, de inúmeros prémios e bolsas e tendo obtido excelentes críticas nos cinco continentes, Alexandre mantém, na idade adulta, o mesmo sereno ardor e simplicidade da adolescência. Infatigável perfeccionista,
alia à subtil manipulação do arco Sartory sobre as cordas do não menos famoso violino Stradivarius
“Dubois” de 1667, a técnica russa do grande mestre mundial que é Zakhar Bron, ele próprio antigo prodígio saído do Oural, na sua Sibéria natal, e depois aluno dos conceituados Conservatórios Gnessin e Tchaikovsky, em Moscovo, sendo desde 1997, após outras permanências
europeias, professor em Colónia, na Alemanha, e em Madrid, onde Alexandre aproveitou os seus conselhos
até há cerca de dois anos, na Escola de Música Rainha
Sofia.
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35º Aniversário da
Filarmónica Portuguesa de Montreal
A Filarmónica Portuguesa de Montreal (FPM) acaba de alcançar mais um marco histórico da sua ilustre existência, o qual não só a honra e distingue, como igualmente prestigia a nossa comunidade.
Referimo-nos, evidentemente, à passagem do seu 35º aniversário, dignamente celebrado, sábado transacto, no subsolo da Igreja Santa Cruz, perante uma exuberante presença de convivas, estimada em várias centenas. (Talvez um pouco mais de 500). |
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São Martinho no Clube Oriental de Montreal
Celebra-se todos os anos em Portugal, no dia 11 de Novembro, o dia de São Martinho. Para manter a tradição, o Clube
Oriental de Montreal celebra,
cada ano, esta tradicional festa de São Martinho, que foi este ano festejado no último sábado.
“Pelo S. Martinho, vai à adega e prova o vinho”, diz a tradição, bem cumprida durante
a noite, com a degustação de um coquetel à entrada e, ao fim da noite, as castanhas, sem esquecer o bom vinho português, disponível a preço
razoável.
É de salientar a sala cheia, onde amalgamavam-se alegria
e amizade, num ambiente familiar. O excelente jantar,
digno dos grandes restaurantes de Montreal, foi servido
com rapidez e eficácia.
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IV convivio Rabo de Peixe
Esta importante villa do lado norte da Ilha de São Miguel, que com a sua baía, é tida por muitos como uma das mais bonitas daquela Ilha. Sobre o seu nome Rabo de Peixe, há várias versões sobre a origem deste topónimo, uma das quais, segundo a lenda, refere-se a uns pescadores daquela freguesia que se fizeram ao mar alto e ali, durante a faina piscatória, apanharam nos seus anzóis um peixe de enormes proporções. Na inviabilidade de o trazer para terra, cortaram-lhe então o rabo para que assim a sua história tivesse credibilidade e não serem tidos por mentirosos. Aquela parte do peixe capturado, um rabo enorme, quase afundou a embarcação, tal era o seu peso e tamanho. Segundo se consta, houve à sua chegada grande festa na povoação, a qual ficou a ser conhecida, desde então, por Rabo de Peixe.
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Quarto aniversário da Tuna d'Oiro
Há mil e uma maneiras de festejar o aniversário de
um grupo, de uma associação, de uma tuna. Dos
meus três últimos anos neste jornal, esta foi uma das
melhores. Um lindo concerto da tuna e um espectáculo
sensacional, organizado pela Tuna d’Oiro, nos dias
29 e 30 de Setembro. Nos seus 4 anos de existência,
tivemos a oportunidade de ver e rever, e apreciar esta
tuna. Os membros da sua equipa desenvolveram-se
pouco a pouco, evoluindo ao seu estado de hoje. Uns
dos factores importantes da Tuna são a liderança e a
experiência musical da mestre, Filomena Amorim,
sempre muita activa neste grupo. Nessas noites, todos
actuaram brilhantemente.
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Décimo convívio em Honra de São Paulo da Ribeira Quente
A ideia de fundar esta Associação dos naturais da Ribeira
Quente a residirem na cidade de Montreal e
arredores, na província do Quebeque, nasceu logo após
o dia 28 de Setembro de 1996, no salão de festas da
Missão Santa Cruz.
Sábado, dia 29 de Setembro, no salão paroquial da Igreja
St-Enfant Jesus, e assinalou o décimo convívio, um
dos mais populares de nós todos, com jantar-dançante,
abrilhantado pelo conjunto “Starlight”. Uma noite que
brilhou com o seu espectacular efeito visual, graças à
decoração do salão, assaz elegante nas suas cores de
vermelho. Luz, alegria, divertimento, exposição fotográfica,
boa comida, etc., compensaram alegremente
pelo módico preço de acesso ao recinto festivo. |
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Santa Cecília,
Padroeira dos músicos...
Como vem sendo hábito nos últimos
quinze anos, três filarmónicas ou
sejam a Filarmónica do Divino Espírito
Santo de Laval, a Filarmónica Portuguesa
de Montreal e a Filarmónica de Hull
vêm celebrando a festa de Santa Cecília,
a Padroeira dos músicos. Cada ano é uma
filarmónica que organiza, mas com a colaboração
das outras. |
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Nossa Senhora dos Milagres
As festividades em honra de Nossa Senhora dos Milagres
encerraram apoteoticamente no domingo
passado com os “sabores” arábicos e lisboetas, entre
outros, do inolvidável concerto da Banda de Nossa Senhora
dos Milagres e um muito concorrido baile, abrilhantado
pelo “Xpressions”, um conjunto que começa
a marcar uma presença cada vez mais relevante e promissora.
Previamente no dia, celebrara-se missa solene na Igreja
Notre Dame des Victoires, presidida pelo padre José
M. Cardoso, coadjuvado pelo diácono António Ramos
e acompanhada pelo Coral de Santa Cruz, dirigido por
Inês Gomes. |

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